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Objectivos do Departamento e visão P.F. do Druidismo (texto adaptado para o website do Departamento de Druidismo da P.F.I.- Portugal)

Objectivos:
O Departamento de Druidismo nasceu a partir da iniciativa dos Coordenadores Nacionais da P.F. em Portugal e do esforço conjunto dos seus actuais membros.
O passo seguinte era identificar uma visão comum do Druidismo por parte dos elementos do Departamento. Para isso, cada um contribuiu com a sua visão individual e chegámos à seguinte definição: o Druidismo é a procura do Awen definido como «o espírito que flui» e, pelas suas especificidades, emerge do seio do paganismo como um Caminho próprio, embora não necessariamente uniforme.
Partindo desta definição comum que nos permite trabalhar e escutar o que nos rodeia de um modo coeso, delimitámos os objectivos do Departamento, que são os seguintes:
• Por um lado, pretendemos divulgar informação e gerir a imagem do Druidismo perante os associados P.F., numa primeira fase, e perante o público em geral, numa fase posterior;
• Por outro lado, pretendemos desenvolver acções conjuntas para promover o contacto com a Natureza. Estas acções consistem, nomeadamente, na promoção de caminhadas e na adopção de uma liturgia básica que possam envolver os associados P.F. de uma forma progressiva e depois, talvez, um público mais vasto.
Assim, o Departamento de Druidismo não pretende encerrar-se sobre si próprio, mas interagir de um modo equilibrado com outros Departamentos, grupos e indivíduos na celebração do espírito que nos une enquanto pagãos.

Visão P.F. do Druidismo:
A Federação Pagã apresenta uma visão aberta do Druidismo: uma Senda que, em última análise, não diz respeito a uma cultura ou a uma tribo específica, mas que vive em sintonia com a Terra.
Evidentemente que se contemplam alguns princípios básicos (princípios pagãos) nesta visão: a divisão do ano em dois grupos de quatro festivais (festivais agrícolas e festivais solares), a adoração de várias divindades e a adopção do Círculo Sagrado como ferramenta básica de trabalho.
No entanto, a P.F. admite casos em que as divindades adoradas não sejam galesas, irlandesas, gaulesas ou outras geralmente identificadas de maneira lógica com a cultura celta, em que os três graus (Bardo, Ovate, Druida) sejam transformados num ou até casos em que sejam encontradas formas alternativas de contacto com o Divino que não os três círculos da existência.
A Federação Pagã define o Druida, simplesmente, como o sábio que conheceu a Natureza e sobreviveu.
O Departamento de Druidismo da P.F.I.- Portugal, estando de acordo com a visão sugerida pela Federação Pagã, sentiu necessidade de estreitar e de adaptar essa visão para poder trabalhar com coerência e precisão.

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